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Nossa história

De R$ 140 a point da Mangueira

amar e bebericar em verde e rosa ✦

🥭 Começou com um sonho (e R$ 140)

Michael Soares tinha cento e quarenta reais na carteira e um sonho antigo: abrir um bar. Medalhista mundial de taekwondo, ele já sabia o que era ir com tudo pra cima de um objetivo.

Quando um imóvel vagou bem em frente à casa dele, a poucos metros da quadra da Mangueira, não teve conversa. A mãe emprestou o cartão, disse pra fazer o que quisesse — e o sonho ganhou endereço.

💚💗 O verde e rosa nasceu de um mutirão

Sem grana pra reforma dos sonhos, o Manga foi erguido do jeito mais bonito: família, amigos e a namorada arregaçaram as mangas juntos. Em duas semanas, aquele espaço virou o verde e rosa caprichado que hoje é a cara da casa.

"até o céu ficou cor-de-rosa" ✦

🍲 A cozinha é da Dona Jô

O tempero do Manga tem nome: Dona Jô, mãe do Michael. Enfermeira de mão cheia, ela leva pra cozinha o mesmo cuidado — comida com tempero e amor, e o pé atrás com sal e sódio.

No cardápio, receitas de uma vida: rabada, carne-assada, mocotó, o clássico bife com fritas — e a feijoada de fim de semana, que ela começa a preparar com 48 horas de antecedência. Gente sai satisfeita e volta pra agradecer.

±600pessoas por dia
2024desde a abertura
1170Visconde de Niterói

🎶 Samba que é da comunidade

As rodas de samba do Manga são conduzidas por músicos da própria Mangueira. Aqui não é cenário: é o samba de verdade, do berço, tocado por quem vive a comunidade. Chega cedo que o pôr do sol é por nossa conta 🌅

✦ Na mídia

O Globo · ELA
"Recém-aberto na Mangueira, Manga Bar vira novo point carioca" →

com amor, @michaelsilvasoares e toda a família Manga 🥭💚💗

Vem viver essa história com a gente ✦

amar e bebericar em verde e rosa ✦
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